segunda-feira, 12 de novembro de 2012

New PS4


Designers simulam em imagens como será o PlayStation 4

PlayStation 4 imaginário criado por uma dupla de designers (Foto: Reprodução)

O PlayStation 4 dos designers na cor preta (Foto: Reprodução)

Apesar de bonito e bem imaginativo, este novo PlayStation 4 realmente não passa de um trabalho de design. A empresa ainda não apresentou seus planos para a produção e lançamento do novo console, algo que só deve começar a ocorrer em 2013.

domingo, 11 de novembro de 2012

PlayStation 4 terá 16 GB de RAM


PlayStation 4 terá 16 GB de RAM e nova interface, dizem desenvolvedores


Os desenvolvedores de jogos já estariam confirmando o recebimento do segundo kit de desenvolvimento para o Orbis (o PlayStation 4), de acordo com as informações divulgadas pelo site VG247. Na publicação, ainda foram listadas as especificações do novo console da Sony e afirmado que sua versão final deve aparecer em janeiro.
techtudo_ps4Especificações do possível PlayStation 4 foram divulgadas (Foto: Divulgação)
Quanto às especificações técnicas divulgadas, o site coloca como destaque principal a APU, que se baseia no kit de processamento AMD A10 (Unidade de Processamento Acelerado), uma combinação de CPU e GPU que ajudará a placa de vídeo a rodar os gráficos da nova geração em 1080p60 e em 3D, procurando tornar o console poderoso o suficiente para rodar os jogos de hoje e os próximos sem qualquer problema.
Além disso, outras especificações foram divulgadas, como memória RAM de 8 GB ou 16 GB, leitor de blu-ray, capacidade de armazenamento padrão de 256 GB, Wi-Fi e Ethernet e saída HDMI. Por fim, a última novidade apresentada é a respeito da Interface Gráfica do PS4. Neste novo console, o usuário poderá acessar os recursos do sistema ao pressionar o botão de pausar o game, como ir para a PS Store, comprar uma DLC e em seguida, voltar para o jogo.
A nova interface vai permitir também que o jogador deixe o download em andamento como plano de fundo, podendo continuar o seu jogo enquanto baixa arquivos ou atualizações.
Esta nova versão do Orbis Kit para desenvolvedores tem uma aparência semelhante a de um PC modificado. Ao todo, serão distribuídas quatro versões distintas para desenvolvedores, a primeira lançada anteriormente era apenas uma placa gráfica e a medida que os próximos kits forem lançados, mais próximo ao modelo final o console ficará. O terceiro kit tem previsão para chegar aos desenvolvedores em janeiro e deve ser parecido com o aspecto final do console.
O Orbis não está sendo produzido no Japão e a previsão é de que seja anunciado em um evento antes da E3 2013.
fonte: Techtudo

sábado, 10 de novembro de 2012

Os dez melhores jogos para Nintendo 64


Os dez melhores jogos para Nintendo 64


Ainda no início da era 3D, a Nintendo surpreendeu a todos ao anunciar seu console: oNintendo 64. Rapidamente o videogame se tornou uma verdadeira revolução na época e competiu diretamente com os videogames da geração 32 bits: Sony PlayStation e Sega Saturn.
Top 10 jogos do Nintendo 64 (Foto: Divulgação) (Foto: Top 10 jogos do Nintendo 64 (Foto: Divulgação))Nintendo 64 (Foto: Divulgação)
Mesmo não tendo sido um sucesso absoluto, o Nintendo 64 teve uma grande parcela de fãs e recebeu diversos jogos de peso, os quais se tornaram verdadeiros clássicos com a passar do tempo. Confira o nosso Top 10:
10 – Star Wars: Rogue Squadron
Uma parceria da Nintendo com a LucasArts garantiu uma série de jogos de Star Wars exclusivos para o Nintendo 64, como Star Wars: Episode 1 – Racer, entre outros. No entanto, foi a série Star Wars: Rogue Squadron que mostrou o potencial da franquia em jogos de batalhas espaciais.
10 - Star Wars: Rogue Squadron (Foto: Divulgação)Star Wars: Rogue Squadron (Foto: Divulgação)
Este foi também um dos primeiros jogos a utilizar o Expansion Pak do console, que permitia gráficos com o dobro da resolução tradicional. Com uma dificuldade bem balanceada, o título conquistou até os jogadores mais exigentes, tornando-se a base para outro sucesso da geração seguinte: Star Wars: Rogue Squadron 2: Rogue Leader.
9 – Conker’s Bad Fur Day
O Nintendo 64 enfrentou muitos problemas para despertar o interesse das produtoras, já que elas lucravam muito mais com o seu rival, o PlayStation. A Rare foi uma das poucas produtoras que ajudaram a popularizar o console lançando clássicos e mais clássicos.
9 - Conker's Bad Fur Day (Foto: Divulgação)Conker's Bad Fur Day (Foto: Divulgação)
Conker’s Bad Fur Day reflete bem a liberdade que a empresa estava tendo, sendo um dos jogos mais "desbocados" até hoje. O protagonista do game é um esquilo, que deveria estrelar um jogo colorido e meigo, mas acabou se tornando um fanfarrão que satirizou vários filmes da época e desafiou os bons costumes com seu monstro de fezes cantando ópera.
8 – Super Smash Bros.
Com seu grande foco no 3D o Nintendo 64 foi um console muito pobre em matéria de jogos de luta, perdendo séries como Street Fighter e Marvel Vs, da Capcom. Para remediar isso, a Nintendo trouxe todo o seu time de estrelas para um game de luta completamente 3D como nunca se viu antes.
8 - Super Smash Bros. (Foto: Divulgação)Super Smash Bros. (Foto: Divulgação)
Super Smash Bros. uniu ícones como Mario, Link, Samus, Pikachu, Donkey Kong, Fox, Captain Falcon, Kirby, entre outros, para se enfrentarem de uma maneira que nunca havia sido apresentada. Com uma premissa diferente, onde o objetivo era arremessar seu adversário para fora do cenário, Super Smash Bros. se estabeleceu como um dos mais originais jogos de luta dos últimos tempos.
7 – Star Fox 64
Ainda no Super Nintendo, Star Fox foi responsável por mostrar uma forma rudimentar de gráficos 3D nos consoles. A limitação técnica não atrapalhou a empreitada da raposa espacial em se tornar um título consagrado. Porém, foi no Nintendo 64 que Star Fox se estabeleceu como uma franquia de peso.
7 - Star Fox 64 (Foto: Divulgação)Star Fox 64 (Foto: Divulgação)
Também foi Star Fox 64 que estreou uma tecnologia que se tornaria padrão nos videogames, o Rumble Pak - acessório que fazia o controle vibrar nas suas mãos. Unindo o acessório, à ação frenética dos tiroteios espaciais e o universo repleto de segredos, o título deixou saudades entre os fãs do console.
6 – Banjo-Kazooie
O Nintendo 64 era terra de Super Mario 64, provavelmente o jogo de plataforma mais aclamado da era 3D. A Rare tinha como objetivo garantir seu espaço com Banjo-Kazooie, seu principal título do gênero. Onde muitos viram uma missão impossível, a produtora viu uma oportunidade, conseguindo habitar até hoje o imaginário dos fãs.
6 - Banjo-Kazooie (Foto: Divulgação)Banjo-Kazooie (Foto: Divulgação)
Apesar de não contar com a tradição do encanador da Nintendo, os personagens Banjo e Kazooie tentaram compensar tudo isso com carisma, humor e um jogo que bebia da fonte de Super Mario 64, mas o expandia em todos os sentidos. Apesar de muitos considerarem sua sequência superior, o original permanece mais acessível e divertido.
5 – Mario Kart 64
Outro elemento inovador do Nintendo 64 que se tornou padrão nos dias de hoje era: usar quatro controles ao mesmo tempo no mesmo console. De início essa adição poderia não parecer tão chocante assim, mas isso logo mudou quando a Nintendo apresentou Mario Kart 64.
Mario Kart 64 (Foto: Divulgação)Mario Kart 64 (Foto: Divulgação)
Vale lembrar que naquela época, Mario Kart ainda não era uma série, pois só existia um jogo, no Super Nintendo. Isso não impediu de Mario Kart 64 rapidamente se tornar o embaixador do multiplayer no Nintendo 64, sendo extremamente divertido até os dias de hoje.
4 – The Legend of Zelda: Majora’s Mask
Considerado como o irmão feio de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, este capítulo da série ficou marcado por ser completamente diferente dos outros. Majora’s Mask despertou um interesse peculiar em alguns jogadores, enquanto afastou outros, sendo lembrado sempre de maneira controversa, ora genial, ora inacessível.
The Legend of Zelda: Majora's Mask (Foto: Divulgação)The Legend of Zelda: Majora's Mask (Foto: Divulgação)
The Legend of Zelda: Majora’s Mask, como diziam as propagandas japonesas, trazia o medo para o mundo de The Legend of Zelda. Com uma atmosfera sombria e uma lua de rosto assustador que cairia sobre o mundo em três dias, esta foi uma das aventuras mais tensas de Link, assim como um dos títulos mais marcantes do Nintendo 64.
3- Super Mario 64
Quando a Nintendo prometeu uma revolução com seus novos gráficos totalmente 3D, talvez as pessoas pensassem que tudo não passava de uma promessa vazia, não fosse o fato que Super Mario 64 liderava essa proposta. O salto das aventuras do bigodudo, do Super Nintendo para o Nintendo 64 foi um verdadeiro marco na história da empresa.
Super Mario 64 trocava o esquema de fases 2D a serem terminadas por mundos em 3D a serem explorados. Apesar de muito diferente de suas origens, colocando Mario para resolver enigmas e conseguir estrelas, o jogo se consagrou como um dos maiores clássicos do console e estabeleceu uma base para muitos outros títulos semelhantes.

2 – Goldeneye 007
É quase impossível mostrar para uma nova geração o que Goldeneye 007 simbolizou na época em que foi lançado. O gênero de tiro em primeira pessoa não tinha muito espaço nos consoles. Além disso, jogos baseados em filmes não costumam dar muito certo até hoje. Mas para a surpresa de todos, a Rare transformou todos esses problemas em um jogo que se tornou um verdadeiro clássico.
Goldeneye 007 trazia uma campanha desafiadora e que mudava bastante a sua forma de ver o jogo de acordo com a dificuldade escolhida. Porém, seu verdadeiro brilho sempre esteve no formidável modo multiplayer que, mesmo funcionando apenas no mesmo console e em tela dividida, gerava horas de diversão.

1 – The Legend of Zelda: Ocarina of Time
Após um longo ciclo de desenvolvimento, a aventura de Link no Nintendo 64 se tornou uma tradução da palavra “épico” para os videogames. Nunca antes jogadores haviam explorado um mundo tão vasto e rico em três dimensões, e com uma trama tão envolvente.
Sem surpresas, The Legend of Zelda: Ocarina of Time é até hoje o melhor jogo do Nintendo 64, tornando-se, ironicamente, atemporal. A maior prova disso são as vendas do remake lançado para Nintendo 3DS, que encabeçam a lista dos mais vendidos desde que o portátil foi lançado.
fonte: Techtudo

Tempos Dourados


Tempos Dourados



sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A história dos videogames da Nintendo


A história dos videogames da Nintendo

Hoje a Nintendo é uma das maiores forças da indústria de videogames, e jogadores mais jovens talvez não conheçam toda sua conturbada história. Com mais de cem anos de trajetória, a empresa japonesa começou produzindo baralhos e brinquedos, entrando mais tarde no ramo dos videogames.


Mesmo alcançando grande sucesso e tendo uma das maiores legiões de fãs entre as grandes produtoras, a Nintendo também teve seus altos e baixos. Confira uma breve história sobre todos os consoles da empresa:
Nintendo 8 Bits (NES)
1985 (EUA) – 1983 (JAP)
Após lançar alguns jogos eletrônicos no Japão, como os minigames portáteis Game & Watch, a Nintendo decidiu lançar seu próprio videogame, o Famicom, que se tornou muito popular em terras nipônicas. Porém, nos Estados Unidos, a indústria enfrentava um crash com a queda da Atari e acreditava-se não haver mais espaço para videogames.

Com muito esforço, a Nintendo levou o Famicom para o ocidente, sob o nome de Nintendo Entertainment System (NES), também conhecido como o Nintendo 8 Bits. Com o nascimento de séries como Super Mario Bros. - derivada do popular fliperama Donkey Kong -, The Legend of Zelda e Metroid, a empresa se firmou como líder na época, com clássicos que até hoje habitam o mercado.
GameBoy
1989 (EUA-JAP)
Depois do sucesso estrondoso do NES, o mercado ocidental abriu as portas para a Nintendo e a empresa começou a apresentar algumas de suas ideias mirabolantes, como o GameBoy.
Talvez a ideia do portátil não tivesse feito tanto sucesso se ela não fosse tão bem apresentada através da introdução do clássico quebra-cabeça russo: Tetris. O game se tornou um sinônimo do GameBoy naquele tempo. O console foi uma grande febre, sendo casa de muitos clássicos e vendo o nascimento de mais um fenômeno da companhia: a série Pokémon.
Super Nintendo (Super NES)
1991 (EUA) – 1990 (JAP)
Enquanto nos Estados Unidos e Japão a Nintendo liderou unânime com o NES, na Europa e, principalmente, no Brasil, surgiu uma concorrente de peso: a Sega com seu Master System. Apesar da empresa não ter conseguido incomodar a Nintendo naquela época, iniciou uma ferrenha competição com o Mega Drive (1989) na geração seguinte, e a Nintendo reagiu com o Super Nintendo.

Na geração lembrada com mais carinho entre fãs, o ápice da batalha entre Sega e Nintendo trouxe frutos inesperados, com incríveis jogos de ambos os lados. O Super Nintendo perdeu muito em matéria de esportes para o Mega Drive, mas venceu a disputa com títulos de plataforma, como Super Mario World e Donkey Kong Country. Além disso, foi palco para a estreia de Final Fantasy no ocidente, ganhando três capítulos da série e muitos outros RPGs que se tornaram clássicos, como Chrono Trigger.
Virtual Boy
1995 (EUA – JAP)
Vindo de altos números de venda, com o Super Nintendo e o GameBoy, a Nintendo criou seu primeiro videogame híbrido, o Virtual Boy. Com traços de console portátil, ele era uma espécie de visor que projetava imagens diferentes para cada um dos olhos, criando um efeito 3D para o usuário.
Porém, a ideia não deu nada certo e o Virtual Boy é até hoje lembrado como um dos maiores fracassos da empresa. As limitações técnicas permitiam que o aparelho apenas exibisse gráficos em vermelho e preto, além do visor ser cansativo e o efeito 3D causarem dor de cabeça nas pessoas. Não chegou a ter jogos marcantes e foi rapidamente descontinuado.
Nintendo 64
1996 (EUA – JAP)
Com a confiança de seu público um pouco abalada pelo Virtual Boy, a Nintendo estava começando uma fase conturbada em sua história. Seu próximo console, o Nintendo 64, prometia introduzir uma nova era de jogos, marcando permanentemente a passagem dos gráficos 2D para o 3D. O console contava com uma peculiaridade: seu controle bastante esquisito e com um direcional analógico.
Porém, várias outras decisões da empresa prejudicaram o videogame, como a escolha por cartuchos - que possuíam alto custo de produção quando comparados aos CDs. A ideia de barrar produtoras menores também acabou afastando o console de muitas empresas. No fim das contas, apesar de trazer clássicos como Super Mario 64 e The Legend of Zelda: Ocarina of Time, o Nintendo 64 encerrou sua carreira com poucos jogos e baixas vendas, superado pelo PlayStation, da então novata no ramo: Sony.
GameBoy Advance
2001 (EUA – JAP)
Se por um lado a disputa nos consoles estava ruim para a Nintendo, o mercado de portáteis continuava seu pequeno monopólio pessoal. O GameBoy Advance foi lançado sem concorrentes, tendo caminho livre para dominar o mercado com uma simples, porém competente, evolução do GameBoy original.
O único problema que assolou o portátil durante seus primeiros anos foi a falta de luz própria na tela, o que tornava a experiência um pouco desagradável. Em 2003 o GameBoy Advance SP resolveu esse problema, trazendo um novo design e despontando facilmente como o melhor portátil de sua época. Grandes séries tiveram novos capítulos nele, como Metroid Fusion e The Legend of Zelda: The Minish Cap, além de receber muitas conversões do saudoso Super Nintendo.
Nintendo GameCube
2001 (EUA – JAP)
Visando retomar o público perdido durante a época do Nintendo 64, a empresa inicia uma violenta batalha contra a Sony e seu PlayStation 2. Com um design no mínimo estranho, o GameCube era um bizarro cubo roxo com muita potência escondida em seu hardware e a missão de levar a Nintendo de volta ao topo das vendas.
O console teve um início promissor. Garantiu a exclusividade da série Resident Evil e apresentou jogos de incrível qualidade, como Super Smash Bros. Melee, Metroid Prime e The Legend of Zelda: The Wind Waker. O GameCube perdeu força rapidamente, tendo a pior performance em matéria de consoles na história da Nintendo. Não apenas perdendo para o PlayStation 2 como também para outra novata, a Microsoft com seu primeiro Xbox.
Nintendo DS
2004 (EUA – JAP)
Considerando o Nintendo 64 um tropeço e o GameCube uma queda, muitos já acreditavam que a Nintendo estava fora da briga, um dinossauro em meio a grandes corporações como Sony e Microsoft. Quando a Sony anunciou seu próprio portátil, o PSP, muitos analistas acreditavam que a história se repetiria e a Nintendo perderia também o mercado de portáteis.
Para a surpresa de todos, a Nintendo apresentou ideias e conceitos novos, focados em explorar um novo público e expandir o mercado, criando assim o Nintendo DS - um portátil com tela de toque. Se hoje não lembramos mais do GameBoy Advance como o maior portátil de todos os tempos é porque o Nintendo DS tomou o mundo de assalto, sendo o aparelho mais vendido em toda a trajetória da empresa.
Titulos inusitados, como Nintendogs e Brain Age, desafiaram os conceitos do que poderia se chamar de jogos. E ao lado de velhos clássicos renovados, como New Super Mario Bros, mantiveram a Nintendo como líder no reino dos portáteis.
Nintendo Wii
2006 (EUA – JAP)
Após o sucesso do Nintendo DS, os olhares estavam todos voltados para a Nintendo novamente. Microsoft já havia lançado o Xbox 360 e Sony lançaria o PlayStation 3, mas ninguém esperava que a Nintendo pudesse competir no mercado de consoles da mesma forma que fez com os portáteis.
O Nintendo Wii trazia os mesmos conceitos do Nintendo DS, porém utilizando controles de movimento. Títulos como Wii Sports e Just Dance captaram a imaginação de um público que há muito tempo não jogava videogames, enquanto os gamers saudosistas ainda recebiam títulos de alta qualidade, como Super Mario Galaxy e The Legend of Zelda: Twilight Princess, outrora um jogo do GameCube, convertido para o controle do Wii.
Porém, apesar do início forte, no meio do caminho a Nintendo parece ter percebido que perdeu parte de seu público. Aqueles que desejavam experiências em alta definição acabaram migrando para o Xbox 360 e PlayStation 3. Mesmo com vendas superiores a estes dois, a empresa iniciou um processo de resgate aos jogadores hardcores.
Nintendo 3DS
2011 (EUA – JAP)
O sucessor do Nintendo DS trouxe como principal novidade um efeito 3D que poderia ser visualizado sem óculos especiais, visando aumentar a imersão dos jogos. Seu começo foi um pouco conturbado, assombrado pelo fantasma do Virtual Boy, com pessoas relatando dores de cabeça e vendo pouca vantagem nesse novo efeito 3D. Isso para não mencionar a competição indireta de smartphones, como o iPhone.
Rapidamente a Nintendo reverteu essa situação, com um expressivo corte de preço no portátil, que agora está vendendo como água. Em pouco tempo ele já recebeu títulos de grande peso, como um esperado remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, Resident Evil: Revelations, Super Mario 3D Land e Kid Icarus: Uprising.
Nintendo Wii U
2012 (EUA – JAP)
O mais novo console da Nintendo teve todos os seus mistérios revelados recentemente. O Wii U segue o mesmo conceito de recaptura dos jogadores hardcores que o Nintendo 3DS, visando estreitar laços com empresas terceirizadas, o que já lhe garantiu títulos multiplataforma como Assassin’s Creed 3, Batman: Arkham City Armored Edition, Mass Effect 3 e até mesmo Call of Duty: Black Ops 2.
Ele ainda honra o longo legado da Nintendo ao não deixar a peteca cair em matéria de inovação. O Wii U traz um controle em formato de tablet, o GamePad, que possui tela própria sensível ao toque, permitindo vários tipos de interação com o console.
De todas as empresas na indústria de videogames nos dias atuais, a Nintendo é sem dúvida a que tem mais história, não sendo a única que já teve a infelicidade de tropeçar ou cair, porém sendo a única que já teve o mérito de se levantar.
fonte: techtudo