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domingo, 2 de dezembro de 2012

última edição da revista Nintendo Power


Capa da última edição da revista Nintendo Power é revelada


Dezembro de 2012 marca o fim de uma era. Foram quase 25 anos informando, divertindo, interagindo com os fãs norte-americanos da Nintendo, e certamente com muitos outros gamers ao redor do mundo. A revista Nintendo Power chega ao fim em sua edição de dezembro de 2012. Literalmente. Para aqueles que aguardavam com ansiedade qual seria a "doce" surpresa que a equipe da revista estaria reservando para sua última edição, a angustiante espera acaba agora. E a capa da derradeira edição da Nintendo Power traz realmente uma doce e emocionante surpresa para todos os fãs da Nintendo, para todos os gamers que acompanharam sua trajetória, ou mesmo para aqueles que sempre nutriram admiração e respeito pelo seu trabalho. Confira abaixo a arte que estampa a capa da última edição da revista de games mais famosa do planeta, e que sem dúvida vai ficar marcada para sempre na história dos games e no coração dos jogadores. 

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Muitos devem estar achando a arte da última edição da Nintendo Power bastante familiar, e não é para menos, já que se trata de uma clara referência à primeira edição da revista, de Julho/Agosto de 1988, cuja capa você confere a seguir. 

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Em sua última edição, como se pode ver na capa, a Nintendo Power elege os melhores games Nintendo de todos os tempos e traz 20 páginas falando sobre o Wii U e sobre o jogo New Super Mario Bros. U. 

O que você achou da última capa da Nintendo Power ?

por Neo-Bahamut., fonte: Reinodocogumelo Via Gamevicio

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Evolução Nintendo

Evolução Nintendo


depois do Nintendo Wii - o New Wii 'U'

Evolução dos Principais Personagens 



Nintedo - Sempre nos nossos corações.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A história dos videogames da Nintendo


A história dos videogames da Nintendo

Hoje a Nintendo é uma das maiores forças da indústria de videogames, e jogadores mais jovens talvez não conheçam toda sua conturbada história. Com mais de cem anos de trajetória, a empresa japonesa começou produzindo baralhos e brinquedos, entrando mais tarde no ramo dos videogames.


Mesmo alcançando grande sucesso e tendo uma das maiores legiões de fãs entre as grandes produtoras, a Nintendo também teve seus altos e baixos. Confira uma breve história sobre todos os consoles da empresa:
Nintendo 8 Bits (NES)
1985 (EUA) – 1983 (JAP)
Após lançar alguns jogos eletrônicos no Japão, como os minigames portáteis Game & Watch, a Nintendo decidiu lançar seu próprio videogame, o Famicom, que se tornou muito popular em terras nipônicas. Porém, nos Estados Unidos, a indústria enfrentava um crash com a queda da Atari e acreditava-se não haver mais espaço para videogames.

Com muito esforço, a Nintendo levou o Famicom para o ocidente, sob o nome de Nintendo Entertainment System (NES), também conhecido como o Nintendo 8 Bits. Com o nascimento de séries como Super Mario Bros. - derivada do popular fliperama Donkey Kong -, The Legend of Zelda e Metroid, a empresa se firmou como líder na época, com clássicos que até hoje habitam o mercado.
GameBoy
1989 (EUA-JAP)
Depois do sucesso estrondoso do NES, o mercado ocidental abriu as portas para a Nintendo e a empresa começou a apresentar algumas de suas ideias mirabolantes, como o GameBoy.
Talvez a ideia do portátil não tivesse feito tanto sucesso se ela não fosse tão bem apresentada através da introdução do clássico quebra-cabeça russo: Tetris. O game se tornou um sinônimo do GameBoy naquele tempo. O console foi uma grande febre, sendo casa de muitos clássicos e vendo o nascimento de mais um fenômeno da companhia: a série Pokémon.
Super Nintendo (Super NES)
1991 (EUA) – 1990 (JAP)
Enquanto nos Estados Unidos e Japão a Nintendo liderou unânime com o NES, na Europa e, principalmente, no Brasil, surgiu uma concorrente de peso: a Sega com seu Master System. Apesar da empresa não ter conseguido incomodar a Nintendo naquela época, iniciou uma ferrenha competição com o Mega Drive (1989) na geração seguinte, e a Nintendo reagiu com o Super Nintendo.

Na geração lembrada com mais carinho entre fãs, o ápice da batalha entre Sega e Nintendo trouxe frutos inesperados, com incríveis jogos de ambos os lados. O Super Nintendo perdeu muito em matéria de esportes para o Mega Drive, mas venceu a disputa com títulos de plataforma, como Super Mario World e Donkey Kong Country. Além disso, foi palco para a estreia de Final Fantasy no ocidente, ganhando três capítulos da série e muitos outros RPGs que se tornaram clássicos, como Chrono Trigger.
Virtual Boy
1995 (EUA – JAP)
Vindo de altos números de venda, com o Super Nintendo e o GameBoy, a Nintendo criou seu primeiro videogame híbrido, o Virtual Boy. Com traços de console portátil, ele era uma espécie de visor que projetava imagens diferentes para cada um dos olhos, criando um efeito 3D para o usuário.
Porém, a ideia não deu nada certo e o Virtual Boy é até hoje lembrado como um dos maiores fracassos da empresa. As limitações técnicas permitiam que o aparelho apenas exibisse gráficos em vermelho e preto, além do visor ser cansativo e o efeito 3D causarem dor de cabeça nas pessoas. Não chegou a ter jogos marcantes e foi rapidamente descontinuado.
Nintendo 64
1996 (EUA – JAP)
Com a confiança de seu público um pouco abalada pelo Virtual Boy, a Nintendo estava começando uma fase conturbada em sua história. Seu próximo console, o Nintendo 64, prometia introduzir uma nova era de jogos, marcando permanentemente a passagem dos gráficos 2D para o 3D. O console contava com uma peculiaridade: seu controle bastante esquisito e com um direcional analógico.
Porém, várias outras decisões da empresa prejudicaram o videogame, como a escolha por cartuchos - que possuíam alto custo de produção quando comparados aos CDs. A ideia de barrar produtoras menores também acabou afastando o console de muitas empresas. No fim das contas, apesar de trazer clássicos como Super Mario 64 e The Legend of Zelda: Ocarina of Time, o Nintendo 64 encerrou sua carreira com poucos jogos e baixas vendas, superado pelo PlayStation, da então novata no ramo: Sony.
GameBoy Advance
2001 (EUA – JAP)
Se por um lado a disputa nos consoles estava ruim para a Nintendo, o mercado de portáteis continuava seu pequeno monopólio pessoal. O GameBoy Advance foi lançado sem concorrentes, tendo caminho livre para dominar o mercado com uma simples, porém competente, evolução do GameBoy original.
O único problema que assolou o portátil durante seus primeiros anos foi a falta de luz própria na tela, o que tornava a experiência um pouco desagradável. Em 2003 o GameBoy Advance SP resolveu esse problema, trazendo um novo design e despontando facilmente como o melhor portátil de sua época. Grandes séries tiveram novos capítulos nele, como Metroid Fusion e The Legend of Zelda: The Minish Cap, além de receber muitas conversões do saudoso Super Nintendo.
Nintendo GameCube
2001 (EUA – JAP)
Visando retomar o público perdido durante a época do Nintendo 64, a empresa inicia uma violenta batalha contra a Sony e seu PlayStation 2. Com um design no mínimo estranho, o GameCube era um bizarro cubo roxo com muita potência escondida em seu hardware e a missão de levar a Nintendo de volta ao topo das vendas.
O console teve um início promissor. Garantiu a exclusividade da série Resident Evil e apresentou jogos de incrível qualidade, como Super Smash Bros. Melee, Metroid Prime e The Legend of Zelda: The Wind Waker. O GameCube perdeu força rapidamente, tendo a pior performance em matéria de consoles na história da Nintendo. Não apenas perdendo para o PlayStation 2 como também para outra novata, a Microsoft com seu primeiro Xbox.
Nintendo DS
2004 (EUA – JAP)
Considerando o Nintendo 64 um tropeço e o GameCube uma queda, muitos já acreditavam que a Nintendo estava fora da briga, um dinossauro em meio a grandes corporações como Sony e Microsoft. Quando a Sony anunciou seu próprio portátil, o PSP, muitos analistas acreditavam que a história se repetiria e a Nintendo perderia também o mercado de portáteis.
Para a surpresa de todos, a Nintendo apresentou ideias e conceitos novos, focados em explorar um novo público e expandir o mercado, criando assim o Nintendo DS - um portátil com tela de toque. Se hoje não lembramos mais do GameBoy Advance como o maior portátil de todos os tempos é porque o Nintendo DS tomou o mundo de assalto, sendo o aparelho mais vendido em toda a trajetória da empresa.
Titulos inusitados, como Nintendogs e Brain Age, desafiaram os conceitos do que poderia se chamar de jogos. E ao lado de velhos clássicos renovados, como New Super Mario Bros, mantiveram a Nintendo como líder no reino dos portáteis.
Nintendo Wii
2006 (EUA – JAP)
Após o sucesso do Nintendo DS, os olhares estavam todos voltados para a Nintendo novamente. Microsoft já havia lançado o Xbox 360 e Sony lançaria o PlayStation 3, mas ninguém esperava que a Nintendo pudesse competir no mercado de consoles da mesma forma que fez com os portáteis.
O Nintendo Wii trazia os mesmos conceitos do Nintendo DS, porém utilizando controles de movimento. Títulos como Wii Sports e Just Dance captaram a imaginação de um público que há muito tempo não jogava videogames, enquanto os gamers saudosistas ainda recebiam títulos de alta qualidade, como Super Mario Galaxy e The Legend of Zelda: Twilight Princess, outrora um jogo do GameCube, convertido para o controle do Wii.
Porém, apesar do início forte, no meio do caminho a Nintendo parece ter percebido que perdeu parte de seu público. Aqueles que desejavam experiências em alta definição acabaram migrando para o Xbox 360 e PlayStation 3. Mesmo com vendas superiores a estes dois, a empresa iniciou um processo de resgate aos jogadores hardcores.
Nintendo 3DS
2011 (EUA – JAP)
O sucessor do Nintendo DS trouxe como principal novidade um efeito 3D que poderia ser visualizado sem óculos especiais, visando aumentar a imersão dos jogos. Seu começo foi um pouco conturbado, assombrado pelo fantasma do Virtual Boy, com pessoas relatando dores de cabeça e vendo pouca vantagem nesse novo efeito 3D. Isso para não mencionar a competição indireta de smartphones, como o iPhone.
Rapidamente a Nintendo reverteu essa situação, com um expressivo corte de preço no portátil, que agora está vendendo como água. Em pouco tempo ele já recebeu títulos de grande peso, como um esperado remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, Resident Evil: Revelations, Super Mario 3D Land e Kid Icarus: Uprising.
Nintendo Wii U
2012 (EUA – JAP)
O mais novo console da Nintendo teve todos os seus mistérios revelados recentemente. O Wii U segue o mesmo conceito de recaptura dos jogadores hardcores que o Nintendo 3DS, visando estreitar laços com empresas terceirizadas, o que já lhe garantiu títulos multiplataforma como Assassin’s Creed 3, Batman: Arkham City Armored Edition, Mass Effect 3 e até mesmo Call of Duty: Black Ops 2.
Ele ainda honra o longo legado da Nintendo ao não deixar a peteca cair em matéria de inovação. O Wii U traz um controle em formato de tablet, o GamePad, que possui tela própria sensível ao toque, permitindo vários tipos de interação com o console.
De todas as empresas na indústria de videogames nos dias atuais, a Nintendo é sem dúvida a que tem mais história, não sendo a única que já teve a infelicidade de tropeçar ou cair, porém sendo a única que já teve o mérito de se levantar.
fonte: techtudo












quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Análise 3DS

Portátil da nintendo 3DS

Hardware 

O 3DS é uma portátil sem comparação… O Nintendo 3DS é um portátil  com muito bom aspecto. Mantém as características principais do DS mas traz também novidades quanto ao nível estético quanto ao funcional. Mantém o formato de concha retangular  e continua a ter dois ecrãs (superior e inferior) por isso quem jogou num DS irá estar familiarizado com a novo portátil da Nintendo.

                
3DS da nintendo
Naturalmente temos a entrada para os headphones, o controlador de volume, o slider para ativar o wireless e a entrada para o carregador. Por falar nisso, podemos carregar o portátil diretamente com o cabo ou então ligamos o cabo a um pequeno suporte onde encaixa o 3DS. Temos também a entrada para os cartões dos jogos 3DS que são iguais ao dos da DS no aspecto, mas que têm uma capacidade segundo a Nintendo até aos 8 gigas.


E como qualquer portátil necessita de botões para jogarmos, o 3DS traz algumas novidades. Além dos habituais gatilhos atrás da consola (dois, o esquerdo e o direito), do dpad e dos quatro botões frontais (b,a,y,x) temos também o botão de power, o botão de select, start e home ( que funciona como num PS3 ou num 360), o slider do 3D (para regular a intensidade do efeito tridimensional ou até para o desativar  e o inédito analógico. Algo com que fiquei satisfeito foi o fato de os jogos DS suportarem o analógico por isso jogos como Super Mario 64 têm agora um método de controlo alternativo. O analógico é semelhante ao da PSP mas na minha opinião é melhor e funciona perfeitamente. 


3DS x PSP

O microfone também está presente no portátil e funciona bem como anteriormente. Temos disponíveis três câmaras. Uma interior para fotografar-nos a nós mesmos e duas exteriores para tirar fotos em 3D. A resolução não é muito alta mas dá para entreter com as funcionalidades que o partátil nos oferece. Podemos editar as fotos com um toque da caneta ou então soprar para o microfone para encher as fotos de confettis. O efeito 3D nas fotografias é muito suave e às vezes até mal se nota (até chega a incomodar a visão) por isso não esperem muito daí.

Falemos de ecrãs… O inferior é sensível ao toque tal como o do DS mas o brilharete da consola é o superior. Apresentado em widescreen, bem maior do que o do DS anterior já por si próprio apresenta uma imagem muito limpa, nítida e brilhante. Juntemos a essa qualidade de imagem o efeito tridimensional sem serem necessários óculos e temos máquina para impressionar a todos. O efeito 3D varia de software para software mas para já, já é surpreendente,imagino quando chegarem os Marios e Zeldas a tirarem proveito desta funcionalidade. É difícil de explicar (não é publicidade desinteressante da tv?) mas o melhor exemplo que posso dar é como se estivéssemos a olhar para uma janela e conseguíssemos distinguir perfeitamente as posições dos objectos. As convenções de um ecrã normal são completamente quebradas já que parece que está tudo a acontecer à nossa frente. Quando juntamos a isso os jogos de realidade virtual, o efeito torna-se simplesmente surreal.


A consola é muito sólida, bem construída e acho que irá agradar a todos. O efeito 3D é impressionante apesar da falta de software para realmente o exibir e tudo o que gostaram na DS está presente mas ainda melhor. E como característico da Nintendo a consola é extremamente durável.

Software

Em termos de jogos lançados os que mais se destacam são o Pilot Wings Resort, o Nintendogs +Cats, o Rayman 3D, o Ridge Racer 3D, PES 2011, e o melhor na minha opinião,Super Street Fighter IV 3D. Os jogos que mencionei primeiro são bons mas deixam algo a desejar em termos de durabilidade e de mostrar as funcionalidades da 3DS. O Street Fighter IV põe em uso o ecrã sensível ao toque (serve de atalho para golpes mais complicados de se executar) apresenta um grafismo impressionante(se não fossem os backgrounds era muito idêntico às versões das consolas), põe em uso o efeito 3D eficientemente (especialmente nos menus de loading, chega a ser surreal) e oferece jogabilidade online infalível. É muito fácil encontrar jogadores para enfrentar e as partidas são totalmente livres de lag, fiquei surpreendido com a facilidade com que joguei online.

Obviamente a3DS já vem com software embutido apesar de se destacar a ausência de um browser e de uma loja virtual que irão estar disponíveis numa actualização lançada em meados de Maio.


A consola traz um vídeo 3D bem variado para mostrar o efeito tridimensional, várias funcionalidades na câmara para nos divertir-mos com as fotos tiradas, suporte mp3 e software de som para gravar e editar.

De mais interessante temos o criador e editor de miis que funciona tal e qual como na wii, e a praça mii street pass. Tal como o nome indica aqui usamos os nossos miis e os de outras pessoas que obtemos através do street pass. O street pass é uma funcionalidade em que quando temos a consola no descanso e passamos por outras pessoas também possuidoras de uma 3DS, a portátil irá automaticamente trocar informações, miis, e outras coisas exclusivas a certos jogos. Neste caso com os miis partilhados por outras pessoas podemos embarcar em mini puzzles e mini rpg´s que até são divertidos.

Finalmente temos os jogos de realidade aumentada a destacar o Face Raiders. Neste jogo basta tirar fotos a alguém, para depois jogarmos um pequeno shooter on rails em que os inimigos (capacetes voadores) apresentam o aspecto das fotos que seleccionámos. Imaginem as possibilidades, tirar uma foto à sogra e depois libertar as suas frustrações com bolas de ténis na cara dela…. Soa divertido não soa ? O jogo em conjunto com o efeito 3D faz com que seja uma das primeiras coisas a mostrar aos amigos e familiares porque compraram uma 3DS.

Os últimos exemplos da realidade aumenta são pequenos jogos em que são necessárias cartas fornecidas pela própria Nintendo junto com a consola. Estas cartas apresentam imagens de personagens Nintendo como o Mario, Link, Samus entre outros e um mais interessante com um bloco amarelo e um ponto de interrogação. Colocando essa carta numa superfície plana, através das câmaras podemos experimentar uns jogos de realidade virtual. Desde enfrentar dragões provenientes das nossas mesas de jantar (ou das nossas calças) até jogar bilhar no tampo da sanita, as possibilidades são infinitas. Futuramente espero ver jogos que optem por ter este estilo de jogo também presentes no jogo em si, já consegue nos surpreender, se estiver ainda mais trabalhado num jogo de renome vai ser uma experiência simplesmente surreal.



O serviço online é muito muito básico. Depois de criar-mos o nosso mii criamos também o nosso cartão de perfil que é constituído pelo nosso código de amigo, nickname,mii, por uma pequena frase ao nosso gosto e jogo preferido. Podemos adicionar amigos através do código de amigo e podemos ver quando estão online e o que estão a fazer. É básico já que não dá para sequer trocar mensagens. A função inicial é pura e simplesmente ver se estão a jogar e o que estão a jogar. 





Futuro 

Com o update de Maio a trazer a Nintendo E-shop e o browser para navegar na internet, é justo que muita gente esteja a guardar o seu dinheiro até lá. Em Junho inúmeros jogos de qualidade vão ser lançados como o remake do aclamadíssimo Ocarina of Time e o Resident Evil Mercenaries. Durante o ano ainda mais e melhores jogos irão ser lançados como o Resident Evil Revelations, um novo Super Mario, um novo Paper Mario,um novo Mario Kart, um novo Final Fantasy e a lista continua...Contem com jogos fantásticos este ano para a 3DS.

Veredito Final 

Na minha opinião a melhor altura para comprar a 3DS irá ser em Junho, com o update já lançado e vários jogos de qualidade disponíveis mas para quem quiser comprar mais cedo a consola, tem muitos motivos para a fazer como a total compatibilidade com jogos DS, jogos divertidos como PilotWings Resort , PES2011 e Super Street Fighter IV 3D e software embutido muito interessante. Se nada disto os convencer pensem na aquisição de uma 3DS como um investimento no futuro já que tal como mencionei no artigo “ 7 razões para comprar a 3DS” estão a ser produzidos jogos de elevada qualidade para a consola. A consola ainda está a começar o seu ciclo de vida mas para já apresenta motivos para ser adquirida, mas creio que não seja preciso esperar muito tempo para que se comecem a acumular jogos de qualidade. 


é isso galera espero que tenham gostado. valeu.

fonte da máteria: http://www.emulegion.info/